CSI Engine
Code for Semiological international Identification. O CSI é o tradutor universal do nosso ecossistema. Na prática médica, a informação chega de forma caótica: texto livre do prontuário, dados binários de monitores, HL7 de laboratórios. O CSI atua como um "Cubo de Rubik" semântico.
Ele recebe esses dados heterogêneos, rotaciona e alinha as informações estruturais, e as converte em uma linguagem padronizada, unificada e canônica. É essa fundação que permite que um único preenchimento gere múltiplos documentos institucionais distintos de forma automatizada.
- Desfragmentação de dados: Mapeia variáveis dispersas para um núcleo único de informação (Ficha-Mãe).
- Base Determinística: Garante que o dado extraído do monitor ou do HDA seja o exato dado injetado no laudo.
- Agnóstico de plataforma: Prepara o terreno de dados para ser consumido por IAs, ferramentas de pesquisa clínica (ensaios duplo-cegos) e geradores de documentos.
Diagnosis Engine 🧠
Se o CSI é a linguagem, o Diagnosis Engine é o raciocínio. Este é o nosso motor de inteligência e simulação clínica. Ele consome os dados já traduzidos e estruturados pelo CSI e aplica uma lógica computacional baseada no raciocínio médico estruturado.
Utilizando inferência Bayesiana e contextualização dinâmica, o Diagnosis Engine simula a tomada de decisão médica. Ele avalia hipóteses, sugere propedêuticas e auxilia na definição de condutas, sendo a base tecnológica tanto para o treinamento médico de alta performance quanto para sistemas de apoio à decisão na beira do leito.
- Raciocínio Estruturado: Decodificação analógico-digital do método diagnóstico clássico.
- Simbiose com o CSI: Utiliza a base de conhecimento e os termos padronizados para garantir precisão algorítmica.
- Memória de Contexto: Preserva a continuidade lógica do atendimento, adaptando as probabilidades de diagnóstico conforme novas evidências clínicas são inseridas.